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BlogueIsso!: Depois do susto, não compro mais um Citroën Pallas

  • Leonardo Fontes · 2 years ago
    Saulo: acho que você tem toda razão. Não era para eu me preocupar em enxergar a marca \"publicidade\", ainda mais em um lugar que estou acostumado a ver notícia. Agora, a tirar pela repercussão da campanha, com notícias de correção no G1, no próprio Uol e mesmo com a resposta negativa das pessoas que viram, o Pallas caiu na boca-do-povo. Como publicitario, vc sabe que não importa que a campanha seja ruim, mas se ela foi efetiva naquilo que é seu objetivo: propagar um produto. Nesse rolo todo, estamos eu como leitor e jornalista achando uma droga, a maioria dos leitores achando uma droga, mas a agência que fez vai ter o melhor happy hour do ano.
  • Katia Rejane · 2 years ago
    Eu também caí nessa, assustei toda minha família durante a madrugada, meus pais são cardíacos e passaram a noite sem dormir assim como eu. Pergunto-me depois de tudo: ONDE ESTÁ A ÉTICA, BANDO DE FDP? QUEM VAI PAGAR A CONTA DO HOSPITAL E REMÉDIOS DOS MEUS PAIS?
  • Rubens · 2 years ago
    Acho que, ao contrário de muitos comentários acima, essa equipe de publicitários atingiu seu objetivo e não vejo nenhuma falta de ética; explico porque: em primeiro lugar, deveríamos, antes de dar atenção a “astrônomos amadores”, termos mais confiança nos astrônomos profissionais e não o contrário e isso acontece no Brasilzinho véio de guerra desde o tempo do Império, ou seja, a fofoca é a base da sociedade. Em segundo lugar, ao lermos tal anúncio e, depois, sabermos que não foi um golpe e sim uma campanha publicitária, não cabe a nós julgar quem está certo ou não em consumir a marca, afinal, vivemos uma democracia e livre concorrência de mercado, onde compra quem pode ou quem quer, ou os dois. Em terceiro lugar, estamos aqui, como em outros debates virtuais, dando audiência à tal campanha que a maioria acha de mal gosto, o que não é o meu caso porque costumo filtrar e pesquisar tudo o que ouço ou leio (obrigação de qualquer pessoa que se julga com o mínimo de cultura), antes de simplesmente espalhar boatos ou mesmo disseminar pânico. Em quarto lugar, notícia espalhada pela internet à qual só tem acesso 16% da população do Brasil, que deduz-se ser uma fatia um pouco mais informada e modernizada, deveria ser entendida de forma diferenciada, e nesse caso, acontece exatamente o contrário: pessoas com acesso à informação virtual achando que uma estratégia de marketing comum poderia causar pânico a uma maioria que sequer soube do acontecido por não ter o tal acesso. É muito comum, penso eu, pessoas pertencentes a um pseudo-patamar cultural mais elevado, não admitirem uma falha gravíssima que é negligenciar o fato de que mascaram a própria falta de filtro e fundamentação do que lêem, vêem e/ou ouvem. Essa é a minha humilde opinião e, antes que surjam comentários nesse sentido, deixo bem claro que não sou publicitário nem coisa que o valha, não sou consumidor da marca e nem trabalho para ela, portanto, não estou sendo parcial e nem legislando em causa própria. Grato.